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Escrito por Webmaster
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Ter, 01 de Novembro de 2011 08:24 |
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Última atualização em Ter, 01 de Novembro de 2011 08:30 |
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Escrito por Webmaster
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Qui, 29 de Setembro de 2011 19:14 |
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Escrito por Webmaster
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Qua, 15 de Junho de 2011 19:18 |

Aos homens a pressão por um comportamento virtuoso também parece ser uma constante. “É difícil dizer não ao assédio, mas eu prefiro ficar aguardando”, diz Pedro Paulo Freire, 18 anos, estudante universitário. Pedro Paulo quer ser empreendedor. Estuda Administração. Por enquanto, vive o que a idade lhe oferece. Joga futebol, frequenta academia. “É preciso gastar energia”, diz. Vez em quando frequenta uma balada gospel, com direito a funks, forrós, pagodes e outros ritmos, todos louvando a Deus. “O problema não são as baladas e sim o que a pessoa faz. Eu me valorizo e me sinto preenchido”, diz ele.
Como outros da idade dele, Pedro Paulo utiliza todas as redes sociais possíveis. Mas critica a exposição de vulgaridades que assola a internet. Compartilha, com isso, o mesmo pensamento de Andreza Burção, que também gasta de uma a duas horas por dia nas redes sociais.
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Última atualização em Qua, 15 de Junho de 2011 19:20 |
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Escrito por Webmaster
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Sex, 20 de Maio de 2011 18:57 |

Pesquisa feita pela Secretaria Municipal de Educação com pais de alunos de sete escolas da rede mostrou que a maioria (69%) quer que os filhos tenham aulas de religião — 31% preferem que, no horário, eles recebam lições sobre valores ligados à cidadania.
O levantamento, porém, só levou em conta a opinião de pouco mais da metade dos responsáveis. A Secretaria entregou para os alunos cerca de 5.600 questionários, todos deveriam ser preenchidos por seus pais e devolvidos à escola. Do total, apenas 51,5% foram respondidos.
Quem não quer
A adesão às lições religiosas é bem menor entre responsáveis por alunos dos últimos quatro anos do ensino fundamental — apenas 14% deles as aprovam. Entre todos os pais que querem essas aulas, 61,5% se disseram católicos; 35%, evangélicos.
Fonte: O Dia |
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Escrito por Secretaria
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Sex, 18 de Junho de 2010 08:45 |
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Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
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Última atualização em Sex, 18 de Junho de 2010 08:49 |
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