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Crianças e jovens do mundo inteiro
estão se preparando para comemorar,
no dia 31 de outubro,
o Dia das bruxas, ou , Halloween.
O halloween tem uma origem pagã. Essa celebração é atribuída a um povo que habitava na Inglaterra, os celtas, e tinha como objetivo principal celebrar os mortos. Acreditava-se que, na noite do dia 31 de outubro, o deus da morte permitia aos mortos voltar à terra para criar um ambiente de terror. A invasão dos romanos (46 a.C.) às ilhas britânicas resultou na mistura dos costumes da Europa. Essa influência foi diminuindo com a pregação do evangelho e desapareceu totalmente no final do século II do cristianismo.
Essa comemoração voltou aos poucos como uma festa para as crianças usarem fantasias de bruxas ou outros personagens maus. para ganhar simpatia juntou-se o costume de distribuir doces. Por trás de algo aparentemente inofensivo, existe toda uma trama para voltar a crenças pagãs.
Muitos grupos satanistas e ocultistas usam o dia 31 de outubro como sua data mais importante. Chamam a esse dia de "Festival da Morte", e é reconhecido por todos os satanistas, ocultistas e adoradores do diabo como véspera de ano novo da bruxaria.
Anton La Vey, autor da "Bíblia satânica" e sumo sacerdote da igreja de satanás, diz que o dia mais importante para os seguidores do maligno é o halloween. La Vey diz que nessa noite os poderes satânicos ocultos e de bruxaria estão no seu nível de potência mais alto, e qualquer bruxo ou ocultista encontrará mais êxito nessa noite, porque satanás e seus poderes estão em seu ponto mais alto. Esses seguidores do príncipe da mentira asseguram que, durante a noite do halloween, os anjos decaídos, assim como toda a classe de espíritos malignos, percorrem o mundo inteiro.
Também é um fato registrado e documentado que na noite do dia 31 de outubro na Irlanda, nos Estados Unidos e em outros países se realizam missas negras, cultos espíritas e outras reuniões relacionadas com o mal e o ocultismo.
Essas poucas informações servem para mostrar o lado negativo do halloween. A mensagem de amor, paz, caridade e esperança de Jesus Cristo é completamente contrária às imagens sangrentas, que retratam bruxas, mortos saindo de túmulos, vampiros e outros monstros. Halloween é na verdade uma celebração da maldade.
" Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajuntarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas " (2Tm 4, 3-4).
RETIRADO DO LIVRO:
CATÓLICO PODE OU NÃO PODE? POR QUÊ?
Pe. Alberto Gambarini
Editora Ágape
São Paulo, 2006
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COMO VASO DE BARRO NAS MÃOS DO OLEIRO...
Do cotidiano das pessoas podemos tirar lições valiosas para as nossas vidas, e foi esse o método que Deus usou para falar ao coração de Jeremias (capítulo 18). Foi na casa do oleiro que Deus falou com ele. Foi lá que o profeta observou aquele homem no seu trabalho: o oleiro estava sentado num banquinho girando a roda e trabalhando na massa de barro ainda disforme. Ele girava o equipamento e seus habilidosos dedos davam forma ao barro. Uma leve pressão aqui, outra mais intensa lá, e um vaso começava a surgir.
Do barro podem-se fazer vários utensílios, como vasos, panelas, potes, tigelas, pratos, garrafas, canecas, baldes e muitas coisas mais. E Deus como Oleiro deseja dar formas únicas às pessoas. Deseja moldá-las, deseja formar pequenas e únicas obras de arte com contornos, tamanhos e desenhos singulares, conforme declarou o profeta Isaías: “Senhor tu és o nosso Pai. Nós somos barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra de Tuas mãos” (Isaías 64.8).
Como obras-primas de Deus, fomos construídos com utilidade e beleza que nos são exclusivas. Não existe ser humano que não seja útil para Deus; não existe ser humano que não tenha o seu papel dentro do que Deus está realizando; e não há ser humano que não tenha os seus talentos e dons distintos dos outros.
No entanto, o passar pela modelagem do Senhor, muitas vezes é dolorido, mas essa disciplina visa o nosso bem, conforme declarou o afligido Jó: “Bem sei que tudo podes e nenhum dos teus planos podem ser frustrados”. (Jó 42.2).
Enquanto Jeremias observava o oleiro trabalhar, percebeu que algo desagradável aconteceu com o vaso: “ele estragou”. Diante disso pensou: “qual será o fim desse vaso?” E qual não é sua surpresa quando vê que o oleiro, em vez de sucatear o vaso, torna amassá-lo e modela-o novamente. O trabalho de criação é reiniciado, hábil e pacientemente.
Assim como aquele oleiro, Deus não desiste de fazer vasos bons. Ele sabe que não somos um ajuntamento aleatório de células, e nem somos apenas matéria-prima em potencial esperando um momento oportuno para ser modelado: “Porque ele conhece a nossa estrutura e se lembra do pó que somos nós”. (Salmos 103.14).
Deus conhece a qualidade do barro que está trabalhando. E a importância da reformulação que Deus faz em nossas vidas deve ser especialmente sentida pela sociedade que nos rodeia, pois precisamos ter a sensibilidade necessária para transmití-Lo a um mundo caracterizado pela desolação e aridez.
Por mais que a vida nos reserve decepções, tristezas, perdas e frustrações: isto não é o fim, é apenas um novo começo, pois o Oleiro está no controle do processo. E o que Cristo quer fazer em nós é maior do que aquilo que Ele quer fazer através de nós!!!
Sandra Horbach de Paula
(Bacharel em Teologia - Prof. da ETEPOC)
PACIFICADORES - Mt 5.9
Todas as manhãs somos desafiados a olhar para o horizonte e suspirar por momentos melhores, dias em que a paz, a prudência e o amor à vida serão levados mais a sério. Somos assaltados todos os dias pelas ondas de emoções, ora provocadas pela violência urbana e ora pela imprudência no trânsito, chegamos a pensar que não tem mais jeito mesmo, e a solução é “deixar como está, para ver como é que fica”.
No conhecido Sermão do Monte, entre tantas “bem aventuranças” Jesus faz menção aos pacificadores, dizendo: “Bem aventurados os pacificadores, por que eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9). Pacificador não é aquela pessoa calma por natureza, ou que aceita a paz sem resignação, mas sim aquela que luta pela paz, que faz algo no exercício da mesma, doa-se pelo benefício que ela pode fornecer tanto ao indivíduo quanto para o coletivo. Estes serão chamados “filhos de Deus”.
João Carlos de Paula
Coord.do Depto Teológico da IEAD - Chapecó
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