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Autor de “A cruz e o punhal” sofre acidente de carro nos EUA
O pastor David Wilkerson, 79 anos, fundador da Times Square Church em Nova York, e autor de livros conhecidos como “A Cruz e o Punhal”, faleceu nesta quarta-feira em um acidente de carro numa rodovia do Texas. Ele perdeu o controle do carro e se chocou com um caminhão que vinha no sentido contrário.
Sua esposa Gwen também estava no carro e foi levada para o hospital juntamente com o motorista do caminhão. Não há notícias do hospital quanto ao estado de saúde deles.
A notícia do acidente começou a se espalhar rapidamente na noite de quarta-feira em sites de redes sociais como Facebook e Twitter. Rich, um primo de Wilkerson, confirmou a morte no Twitter. “Confirmo que meu querido primo David Wilkerson perdeu a vida num trágico acidente de carro esta tarde. Suas orações são necessárias neste momento”, escreveu ele.
Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril – o dia da sua morte. Intitulado “Quando tudo mais falhar”, ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a “permanecerem firmes na fé”
“Para quem passa pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: o choro vai durar por algumas noites escuras e teríveis, mas em breve você vai ouvir o sussurro do Pai: ‘Eu estou com você’. Amado, Deus nunca deixou de agir, sempre com bondade e amor. Quando tudo mais falhar, o seu amor ainda prevalece. Segure firme em sua fé. Permaneça firme na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo. ”
Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério trabalhando em Nova York com membros de gangues e viciados em drogas, conforme relatou em seu best-seller “A Cruz e o Punhal”.
Em 1971, iniciou o World Challenge, ministério que cuidava de suas cruzadas, conferências, evangelismo e outras atividades. Em 1987 fundou a Igreja de Times Square, que hoje é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8.000 membros.
Wilkerson também fundou o Desafio Jovem, um programa cristão para recuperação de jovens viciados. Ele deixou esposa, quatro filhos e 11 netos.
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No Brasil só é permitido que pessoas do mesmo sexo formalizem em cartório a união por meio de contrato Mais de 200 organizações estão promovendo uma campanha pela legalização do casamento civil de casais homossexuais no Brasil. No dia 20 de junho centenas de casais irão até um cartório pedir a legalização do casamento civil já que no país só é permitido que pessoas do mesmo sexo formalizarem em cartório, por meio de uma escritura, como se fosse um contrato. “Queremos mostrar que existe essa discriminação, estamos mobilizando as entidades para que os casais procurem os cartórios e recebam um não”, explica o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis. “As pessoas estão casadas, vivendo juntas e não podem usufruir da proteção do Estado”, completa. No momento tramitam no Congresso Nacional diversos projetos de lei para legalizar a união entre pessoas do mesmo sexo. Entre as propostas estão uma apresentada em 1995 pela então deputada federal e hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP) e outra de autoria do ex-deputado Clodovil Hernandes. O Poder Legislativo não reconhece a união de pessoas do mesmo sexo porque a Constituição Federal fala em “união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar” e, portanto, o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria inconstitucional. Para o presidente da ABGLT, os direitos da população só serão plenos quando o casamento civil for permitido. Casado há 21 anos com um inglês, ele explica que o não reconhecimento da união dificulta várias questões de ordem prática. “A gente foi ser sócio de um clube e não foi permitido porque o dependente só poderia ser um cônjuge. Mas nós somos casados”, lamenta. Ele cita que há dificuldades de constituir renda para obter um empréstimo ou alugar um imóvel, por exemplo. O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar em breve uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) sobre o tema. O relatório do ministro Carlos Ayres Britto já está pronto para ir a plenário. Data: 27/4/2011 08:57:25 Fonte: Jornal do Brasil |

Gondim declara à Carta Capital que advoga teologia de um Deus títere
A cada declaração do pastor Ricardo Gondim uma legião de fiéis entram em debate aqui pelo CREIO. Os defensores ferrenhos endossam discurso do assembleiano ao evangelho raso. Por outro lado rechaçam suas críticas ao crescimento dos evangélicos. De novo, como manchete deste portal, Gondim banca seu pensamento. Desta vez em entrevista à Carta Capital desta semana, o líder, aos 57 anos, resume atual fase de seu ministério. ‘Sou o Herege da Vez’, rebate. Se ele é ou não, tire suas conclusões na entrevista abaixo:
‘Sou o herege da vez’
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É com imensa satisfação que compartilhamos uma importante vitória: deram início no último final de semana (10/04) as aulas de música no Distrito de Marechal Bormann.
Com apoio do pastor local, Pr. Agadir Moreira da Silva, direção da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Chapecó, na pessoa do Pr. José Zesuíno e Pr. Ivo Rogério Martis, e componentes da Orquestra e Vocal Ramah, cerca de 25 alunos iniciaram os estudos na área musical.
São três turmas inicialmente, divididos em Teclado, Violão e Contrabaixo Elétrico. Os professores Eliabe Bottega (Teclado), Jonathas Sobrinho (Violão) e Diego Assis (Contrabaixo) destacaram a importância em compartilhar o conhecimento na área musical, e a dedicação e interesse no aprender dos alunos, que farão as aulas nos domingos pela manhã.
A dificuldade no deslocamento dos alunos despertou o desejo de contribuir para o crescimento da obra de Deus, e mais uma vez Ele tem nos ajudado e nos proporcionado boas condições para realização de um trabalho social. Em breve estaremos postando imagens do andamento das aulas.
Que o nosso Deus possa abrir cada vez mais portas como esta, e que possamos sempre estar prontos para o trabalho na sua obra.
Deus abençoe a todos.
Orquestra e Vocal Ramah |
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